acho que eu nunca comentei aqui a minha grande facilidade de tornar-me maníaca por determinadas coisas.
No início do ano, assisti um episódio da terceira temporada de “lost”. Até então, eu nunca havia assistido nenhum capítulo da série. O problema é que, desde o acontecimento, ando fanática por ela. Aluguei todas as temporadas e só parei quando assisti o último episódio disponível. Porém a quinta temporada só será lançada no próximo ano e, aí, ando roendo todas as minhas unhas e tendo ataques de ansiedade para saber o que ocorrerá no próximo ano da série.

Para saciar e distrair a ansiedade, procurei uma nova série para acompanhar.
Na semana passada, fui até a locadora aqui da empresa e pedi uma sugestão a moça que trabalha lá.
- Ah... que tal CSI?
- humm... não curto essas séries policiais.
- e Heroes?
- ah... não to afim... e essa série aqui (pego um box cor-de-rosa-calcinha)?
- é bem legal... é tipo “sex and the city”, mas só tem sapatão (-_-‘).
- ok... vou levar esse.
Então... o box é da primeira temporada de “the l word”. É realmente uma versão lésbica de “sex in the city” (um pouco mais pornográfica, admito). mas estou apaixonada pela história dessas meninas!

A série centra-se nas vidas e relacionamentos de uma série de mulheres lésbicas e bissexuais que vivem no bairro de West Hollywood, em Los Angeles. No início da série, Bette Porter, directora artística de uma galeria de arte, e Tina Kennard, um casal há 7 anos, tentam conceber um bebê por inseminação artificial; Dana Fairbanks, uma tenista em ascensão, lida com assumir-se; Jenny Shecter, uma aspirante a escritora que acaba de se licenciar, que recentemente se tornou vizinha de Bette e Tina com o seu namorado Tim Haspel, lida com a sua crescente atração por Marina Ferrer e Alice Pieszecki, uma jornalista bissexual, debate-se com a sua relação pouco saudável com a sua namorada intermitente. O ponto de encontro das amigas é, desde então, o bar e café The Planet, onde frequentemente se encontram nos episódios. A dona deste é Marina Ferrer, que assim conhece o grupo, e mais tarde Kit Porter, a irmã de Bette, uma antiga cantora com um problema alcóolico. by wikipedia.



